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Luciana Vieira Visualizar tudo →

Blog que compartilha a minha alegria em pedalar. Evidente que não há só alegria, porque sabemos muito bem que o nosso país não valoriza os ciclistas. Melhor dizer: não pensa em todas as pessoas como os pedestres, os cadeirantes e os idosos. Além das experiências de minha vida como ciclista, este espaço trata sobre outros temas, mesmo não tendo relação com a bike. Dou um alerta: o fato de gostar de pedalar não significa que sou especialista nessa temática. Aqui são histórias, opiniões, relatos, o que vier da minha mente e eu julgar interessante de contar. Na primeira postagem deste blog, convido a ler sobre o motivo de se chamar Aquela que pedala. Quem escreve? Sou a Luciana Vieira, tenho deficiência auditiva e moro em Florianópolis/SC. Atuo como assistente administrativa em empresa federal de energia elétrica e, desde 2013, procuro usar a bicicleta para me deslocar ao trabalho. Comunicação Social com habilitação em Jornalismo é a minha formação acadêmica e não exerço a profissão. Sempre gostei de escrever e já tive o prazer de dar uma de escritora em blogs de amigos como o Máquina de Letras. Mais segura em escrever e expor no meio virtual, decidi ter o meu próprio cantinho. E assim Aquela que pedala vem a ser a varanda de meus escritos. Sugestões, opiniões, críticas? Escreva para o e-mail aquelaquepedala@gmail.com

Agosto de alegrias

Desde 2019, o mês de agosto tem sido muito triste para mim, mas, ao mesmo tempo, um grande aprendizado que me fez ficar quieta, refletir e agradecer a Deus. Graças aos meus amigos, em especial aos que pedalam comigo, agosto deste ano foi bem diferente. Comemorei bastante a vida desde o início do mês e…

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Volta cheia de emoções

Fazia tempo que não me desafiava a pedalar por mais de 100 km. Tive a oportunidade com a “Volta a Ilha – Rota da Cerveja”, organizada pelo Floripa Bike Club. O evento ganhou esse nome, porque a cerveja tem lugar cativo na vida de boa parte dos ciclistas. Logo cedinho, por volta das sete horas…

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Em descanso com a bicicleta

Tirei férias na primeira quinzena de junho e a bicicleta viajou comigo para Joinville e São Bento do Sul. Desde que comecei a pedalar com frequência, a bike sempre esteve presente nas pausas mais longas do meu trabalho. Quando não pude levar a minha, emprestei de alguém ou aluguei uma bike. Além de pedalar, desejava…

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Eternamente grata

Aquela que pedala era uma menina que admirava o desfile dos trabalhadores de uniforme indo de bicicleta às fábricas em Joinville. Aquela que pedala hoje é um deles, mas em Florianópolis. Aquela que pedala, ao entrar no mercado de trabalho, usava ônibus e carro como meios de transporte e odiava ficar presa no trânsito. Aquela…

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Para Débora

Você foi uma irmã muito desejada. Eu já tinha dois irmãos e queria mais. Fiz esse pedido ao pai e a mãe. Algumas vezes, à noite, sentada no chão diante da porta fechada do quarto do pai e da mãe, eu orava a Deus para que me concedesse mais um irmão ou uma irmã. Deus…

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Últimos dias de Celina

O texto a seguir foi escrito pelo meu avô paterno, Alípio, em 1974. Chegamos a dois de julho de visita aos filhos Nahor, Ilnah e netos em Recife onde passamos cinquenta e cinco dias no aconchego de parentes e amigos; novos amigos que amamos tanto. Conhecemos a região da grande Recife, irmãos presbiterianos, igrejas; em…

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Luta pela sobrevivência

Aos seis anos de idade, Jair aprendeu a nadar no estilo “cachorrinho” na praia de Ubatuba, em São Francisco do Sul/SC. Mal havia aprendido, no dia seguinte, o menino entrou num redemoinho marítimo. Sua mãe, Celina, correu em seu socorro e também acabou “presa” na corrente. Sendo pequeno, Jair logo foi jogado ao alto-mar. Dois…

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